Outono e a Depressão Sazonal

A luz tem um efeito importante na regulação do nosso relógio biológico, controlando a produção de substâncias no nosso cérebro que nos permitem regular vários processos. Uma das hipóteses que relaciona a depressão com a baixa luminosidade, está relacionada com a baixa produção de serotonina, uma dessas substâncias que falava acima, associada à falta de vitamina D. A serotonina é um neurotransmissor, conhecida como a hormona da felicidade

Sobreviver ao trauma ou crescer com o trauma?

O estudo do impacto do trauma no ser humano não é recente, tendo obtido maior destaque depois da segunda guerra mundial, altura em que muitos sobreviventes de guerra desenvolveram a conhecido “Perturbação de Stress Pós-Traumático” (PSPT). O que a teoria e os livros de psicodiagnóstico nos dizem é que após uma experiência traumática, em que a segurança do sujeito é posta em causa, este, desenvolverá uma série de sintomas psicológicos adversos, no seguimento do forte impacto dessa experiência. Contudo, a maioria das pessoas, perante um evento traumático, recupera depressa os seus níveis de funcionamento e em muitos casos, até melhoram e crescem.

Stalking: a história de terror após o amor.

O Stalking é o termo utilizado para definir este tipo de comportamentos. A sua tradução seria “perseguição”, no entanto, o termo é usado na sua forma original. Ele diz respeito a uma forma de violência relacional através de um conjunto de comportamentos de assédio de carácter persistente. Podemos vê-lo nas suas diferentes facetas: comunicação, contactos, vigilância e monitorização de uma pessoa.

Dependência emocional

Quando falamos em dependências, a ideia que surge na nossa cabeça está relacionada com adições químicas como a droga ou o álcool. Pode parecer até incongruente que algo relacionado com as emoções possa ter um impacto tão nefasto como uma droga. Mas a realidade é que pode ter, e é um problema mais comum do que parece.

Emoções: controlá-las ou ser controlado por elas?

Na nossa sociedade, é cada vez mais comum ouvir-se falar de ansiedade e depressão: casos em que as emoções se apoderam da vida das pessoas. Uma das razões pelas quais isto parece acontecer cada vez mais, é o facto de atualmente vivermos sob muito stress, agitação, constantemente ativados pelas rotinas agitadas, trânsito, conflitos, excesso de trabalho e não possuirmos as ferramentas necessárias para lidar com estes desafios.

O luto na criança

Existe muitas vezes a crença de que este processo não se dá nas crianças, que as crianças não sentem a perda, “não sofrem porque não entendem”o que nos leva muitas vezes a desvalorizar o seu sofrimento. As crianças, quando perdem alguém significativo também passam por um processo de luto. Contudo, é natural, que quando esta se confronta com o falecimento de um ente querido, o luto seja diferente, porque tem formas de olhar e compreender este fenómeno diferentes das de um adulto.